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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Conheça 11 causas comuns para a tontura

A terceira queixa mais comum em consultórios médicos do Brasil é a tontura. O sintoma só fica atrás de dor e febre. E, assim como os outros dois, a tontura pode ter uma série de razões ocultas - mais de 300 quadros clínicos podem levar a essa sensação. Portanto, é certo: quem ainda não teve, em algum momento da vida, terá sinais como falta de equilíbrio, sensação de possível queda ou de que a cabeça está girando.



Em geral, as causas estão relacionadas com o labirinto, uma estrutura localizada no ouvido interno que está relacionada à audição e equilíbrio. Quando ele é afetado por um dos fatores - que podem ser infecciosos, inflamatórios, neoplásicos (decorrentes de tumores), entre outros - a pessoa fica com a sensação de ter perdido o equilíbrio. O ideal é que um médico seja procurado assim que o sintoma aparecer. Segundo Fernando Ganança, otorrinolaringologista da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO), mais de 90% das pessoas apresentam melhora parcial ou total depois de iniciar um tratamento.

Outra boa notícia é que raramente a tontura indica um problema neurológico mais sério, como um derrame, hemorragia cerebral ou esclerose múltipla.
Atenção -- Casos em que a tontura ocorrer após uma forte pancada na cabeça, vier acompanhada de febre alta, perda súbita de audição, dor no peito e visão turva devem seguir imediatamente para o serviço de emergência hospitalar. Enfraquecimento das pernas ou braços, fala embaralhada, perda de consciência e mal-estar acompanhado de náusea e vômito, além da presença de desequilíbrio intenso também fazem parte dos sinais que indicam a necessidade de procurar imediatamente um hospital. Abaixo, 11 causas comuns para a tontura:
Fontes: Alfredo Salim Helito, clínico-geral do Hospital Sírio-Libanês; Ítalo Medeiros, chefe laboratório do Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; Fernando Ganança, otorrinolaringologista da Sociedade Brasileira de Otologia (SBO) e chefe da disciplina de Otoneurologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


Especialista tira dúvidas sobre a labirintite:

*O conteúdo destes vídeos é um serviço de informação e não pode substituir uma consulta médica. Em caso de problemas de saúde, procure um médico.


FONTE: VEJA

Poupança tem o menor ganho real em 12 meses desde 2003

O ganho real da poupança em 12 meses teve o pior resultado desde outubro de 2003, segundo um levantamento feito pela Economatica nesta sexta-feira (07). O poder de compra do poupador caiu 1,78% (descontada a inflação medida pelo IPCA) neste período.
É a sexta vez seguida que a aplicação perde da inflação no período de 12 meses. O rendimento da poupança em um ano, até julho, só foi pior há quase 12 anos, quando a queda foi de 1,90%.
Após sete meses de perda de poder aquisitivo, a poupança apresentou ganho no mês de julho em comparação a junho.



Em 2015, a poupança é a segunda pior aplicação até agora, com perda de 2,15%, ganhando somente da Bolsa, que recuou 4,79% neste mesmo período.
O melhor desempenho em 2015, descontando o IPCA, é o dólar ptax (taxa média calculada pelo governo) para venda, com ganho real de 19,61% de janeiro a julho, segundo a Economatica.
Em 12 meses (de julho de 2014 a julho deste ano), a poupança só ganhou da bolsa. A perda de poder aquisitivo da Bovespa foi de 16,84%, contra 1,78% da poupança. O melhor investimento em 12 meses continua sendo o dólar ptax venda, com ganho real de 36,63%


Desempenho no governo Dilma

Desde o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, iniciado em 2011, a poupança teve ganho de poder aquisitivo de 0,50% acima do IPCA até julho de 2015, e a pior aplicação ficou por conta da Bovespa, com queda de -45,92%. A melhor aplicação, descontado o IPCA, é o dólar Ptax venda, com 50,10%.


FONTE: G1

Dólar recua ante o real, acima de R$ 3,50

O dólar opera em baixa nesta sexta-feira (7), mas acima do patamar de R$ 3,50, que foi rompido na véspera, em meio à contínua deterioração do cenário político e econômico brasileiro e após divulgação de dados fortes sobre emprego nos EUA, que fortaleceram a tese de que os juros subirão no mês que vem na maior economia do mundo.



Às 13h34, a moeda norte-americana recuava 0,46%, a R$ 3,5213 na venda, após subir nas últimas seis sessões, acumulando valorização de 6,25%. Veja a cotação.  

Por outro lado, o fato de o Banco Central ter aumentado sua intervenção no câmbio neste mês, após intenso avanço da moeda norte-americana, motivava algumas vendas de divisa.

"O mercado está sem referência. Operar com economia é fácil, é fazer conta. Não tem fórmula para operar com política", disse o operador de uma gestora de recursos internacional. "Como o mercado está em pânico, qualquer faísca é fogo", afirmou.
O noticiário político no Brasil, com operadores enxergando chances pequenas mas não desprezíveis de afastamento da presidente Dilma Rousseff antes do término de seu mandato, tem golpeado o ânimo no mercados locais.

A perspectiva de alta dos juros nos EUA também vem pressionando o câmbio, expectativa corroborada nesta manhã pelos dados de criação de vagas no mercado de trabalho norte-americano fora do setor agrícola. O emprego cresceu a um ritmo sólido em julho e a renda teve retomada após estagnação inesperada no mês anterior.
Juros mais altos nos EUA podem atrair para a maior economia do mundo recursos aplicados em países com o Brasil.


FONTE: O GLOBO